As mudanças climáticas não são uma ameaça distante, elas estão acontecendo agora mesmo. Os últimos três anos foram mais quentes do que qualquer outra época. A CBIO CARBON possui soluções inovadoras que estão visando a urgência dessa crise. Nascemos para proteger e combater as questões climáticas, ajudando comunidades a construir resiliência e trabalhando para garantir um futuro com energia limpa. Com investidores como você, podemos deter a marcha catastrófica das mudanças climáticas, para que comunidades e paisagens possam prosperar. As ações pelo clima devem vir de baixo para cima. Nós já estamos vendo o maior impulso nesse sentido vir de pessoas que estão enfrentando desafios diários por conta das mudanças climáticas. As emissões globais anuais de gases de efeito estufa cresceram 41% desde 1990 e ainda estão aumentando. Embora as emissões tenham caído substancialmente em 2016, dados recentes sugerem que as emissões de dióxido de carbono têm aumentado a cada ano desde então. Um pequeno número de países contribui com a ampla maioria das emissões de gases de efeito estufa, com os dez principais emissores respondendo por mais de dois terços das emissões globais anuais. A maioria deles também tem grandes populações e economias, representando juntas mais de 50% da população global e quase 60% do PIB mundial. A China é o maior emissor, com 26% das emissões globais de gases de efeito estufa, seguida pelos Estados Unidos com 13%, a União Europeia com 7,8% e a Índia com 6,7%. O dióxido de carbono (CO2) compreende 74% das emissões de gases de efeito estufa. A maioria das emissões de CO2 (89%) é proveniente do uso de combustíveis fósseis, especialmente para geração de eletricidade e calor, transporte, fabricação e consumo.
O mundo já está enfrentando as consequências das mudanças climáticas. Se quisermos evitar impactos muito mais perigosos e dispendiosos, os níveis atuais de emissão de gases de efeito estufa deverá ser reduzido pela metade até 2030 e chegar a zero líquido em meados do século. As maiores fontes de emissões, como o setor de energia, são bons lugares para começar. Mas, para enfrentar completamente a crise climática, precisaremos de reduções profundas em todos os setores. Teremos que reduzir as emissões de gases de efeito estufa e colocar o mundo no caminho para um futuro mais seguro.