Visão

VISÃO

Para nós, os impactos das mudanças climáticas estão alterando a química do planeta, causando extinção e migração das espécies e comprometimento dos serviços ambientais prestados pela natureza. Além disso, o aumento da temperatura e a mudança nos padrões das chuvas estão prejudicando especialmente o desenvolvimento econômico e social de nações em desenvolvimento como é o caso do nosso país. Hoje, os impactos das mudanças do clima estão batendo à nossa porta e tendem a piorar. O nível dos oceanos já está subindo e, com isso, 100 milhões de pessoas que vivem a menos de um metro acima do nível do mar estão correndo o risco de perder suas casas. As populações da Índia e da China podem passar fome por causa do declínio na produção de alimentos como consequência do aquecimento global. Os mananciais de água doce, que abastecem milhões de pessoas no mundo todo estão em risco. Na região Amazônica as populações indígenas, quilombolas e ribeirinhas já estão sendo afetadas por temperaturas mais altas no verão em algumas regiões criminosamente desmatadas e pela transformação da floresta em uma vegetação muito mais aberta, parecida com o cerrado. No nosso nordeste brasileiro, as temperaturas já estão subindo e tendem a subir ainda mais, passando de uma região semiárida para árida e comprometendo a recarga dos lençóis freáticos. No Sudeste, a precipitação vem aumentando com impacto direto na agricultura e nas inundações com estiagens prolongadas e ainda com muitos deslizamentos de terra. A CBIO CARBON reconhece que se nada for feito, não existirá escapatória para esses fatos, o aquecimento global já está trazendo a fome, as enchentes e as secas. Os países mais pobres e que tem uma responsabilidade menor pelas emissões dos gases causadores das mudanças climáticas são os que mais estão sofrendo, como é o caso do Brasil e do continente Africano, a isso chamamos de “RACISMO AMBIENTAL”, pois têm menos dinheiro para investir em infraestrutura de adaptação aos impactos do aquecimento global, sem nenhuma compensação. Os países ricos que são os maiores poluentes também correm enormes riscos. Como já mencionamos, alguns dos impactos das mudanças climáticas são inevitáveis, mas ainda há tempo, como foi discutido na COP27 no Egito, para proteger a humanidade de algumas das consequências que poderão ser desastrosas para o planeta. Essa reação deve vir como parte de uma rápida mudança nas estratégias globais visando evitar emissões significativas de CO2 na atmosfera. Podemos afirmar que nossas sociedades são dependentes da natureza, mas só agora estamos percebendo isso. Somos o 4º emissor global de gases do efeito estufa, com mais de dois terços das emissões vindas do desmatamento, como ocorreu nestes últimos 4 anos por consequência do último governo. Chegou a hora de demonstrarmos como vamos contribuir para diminuir o aquecimento do planeta. Precisamos estabelecer metas claras, como o Presidente Lula assumiu na COP27, em busca da redução drástica do desmatamento, investindo na eficiência energética e em energias renováveis não convencionais como é o caso do CBIO. Atualmente, as pessoas estão mais conscientes com relação à emissão de CO2 e seus efeitos nocivos para o planeta, e sendo assim, toda empresa ou evento deveria criar uma reputação ambiental para manter sua credibilidade frente à sociedade. A principal medida a ser adotada por seus gestores e organizadores deverá ser a neutralização de carbono gerado direta ou indiretamente pelas suas atividades. A neutralização de carbono implica em ambos os casos na obtenção de um Selo de Carbono Zero. Com isso, qualquer empresa pode fazer um marketing verde. Este serviço, em conjunto com iniciativas de preservação ambiental, poderá diferenciar a empresa de seus concorrentes e abrir um novo nicho de possíveis clientes, aumentando o seu alcance no mercado e alavancando vendas e receitas, porque o consumidor de hoje está muito mais consciente dos seus deveres com relação a preservação do clima no nosso planeta. A neutralização de carbono pode ser feita por meio do plantio de árvores de eucaliptos e pela produção da cana de açúcar, o qual calculamos o número de árvores por hectares que devem ser plantadas para fazer a compensação do carbono ou pela compra de créditos de CBIO. Cada tonelada de carbono emitido equivale a 1 crédito de CBIO. Como se sabe, as plantas atuam como sequestradores de carbono capturando CO2 da atmosfera para geração de energia que será usada em seu crescimento. O balanço entre fotossíntese e respiração é sempre positivo enquanto o organismo não for queimado ou decomposto. Para neutralizar as emissões, o cliente deve ir a nossa plataforma para comprar certificados de emissões reduzidas (CER), que equivalem a toneladas de carbonos não emitidas ou retiradas da atmosfera. A compra é realizada na B3 ou na Nasdaq e seu valor oscila dependendo de diversos fatores externos, de modo similar a ações no mercado financeiro.